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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

#Valentin5

Pérola do dia:

Ele:"A mulher sempre estraga tudo. Tanto na nossa história quanto na mitologia grega".

Silêncio.

Ele:"Claro, a Eva foi lá, mordeu a maçã e puuff, ela e Adão foram expulsos do paraíso. Que trágico".

Eu pergunto: "E na mitologia Grega?"

Ele:"A Pandora abriu a caixa que guardava todos os males da humanidade. Zeus tinha dito para ela não abrir. Antes o homem não morria, e começou a ter doenças de todos os tipos. Antes tudo vivia em paz..."

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

#Valentin4

Família reunida em plena quarta-feira para almoçar é algo bem raro aqui em casa. Estávamos felizes, conversando, quando ouvimos:

"A confiança é vital para vencer. Pesquisadores comprovaram isso, fazendo uma competição de queda de braço. Eles disseram para os competidores que os mais fortes eram os mais fracos.  Em 10 das 12 competições os mais fracos venceram.  O medo atrapalha você quando você quer fazer uma coisa. Mas ele pode te ajudar a ficar mais forte, mais rápido e a pular mais alto." 



domingo, 21 de agosto de 2011

Edição especial do Jornal Unicom

Início de julho e e os acadêmicos pensam: "Ufa, praticamente um mês sem se preocupar com Unisc e afins". Pois é. Nós do Núcleo de Jornalismo da Agência Experimental A4, também pensamos assim. Mas as coisas foram bem diferentes. Ocupamos nossas férias com uma edição especial do Jornal Unicom, bem conhecido pelo curso de comunicação social da Unisc. Essa edição se refere à 24ª Feira do Livro de Santa Cruz do Sul. Foram correções e mais correções. Antes disso, idas a Santa Cruz abaixo de chuva, sol ou frio. Sem contar as vezes que "demos com a cara na porta". Mas é como dizem, faz parte. Se valeu a pena? Confere a edição e descobre a resposta.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O sorriso com covinhas

"Palavras não dizem o que o meu coração gostaria de falar"
(Menina das covinhas no sorriso, 2008)


Não lembro do primeiro dia em que eu vi aquele sorriso com aquelas covinhas. Mas lembro do último dia que o vi, o que não significa que não o verei mais.
A menina das covinhas chegou na minha vida há muitos anos e eu sempre jurei que ela nunca sairia. Lembro de momentos triviais que vivi com ela. Lembro dela chorar em meu ombro tantas outras. No entanto, a grande maioria dos momentos foram de riso. Aquele riso que só ela tem. Aquelas crises de riso que só ela NUNCA consegue controlar.
Quando crianças, brincamos juntas. Esses dias, ainda assisti um DVD com minhas festas de aniversário e, depois de um determinado ano, ela sempre estava lá. Brincamos de boneca, contra a vontade dela, que nunca gostou muito. Estudamos. Nos tornamos adolescentes. E nesse período veio a inevitável aborrescência. Mas aquele sorriso com covinhas, sempre estava do meu lado.
Chegou aquele dia da despedida, as pessoas se abraçavam e diziam não acreditar que não se veriam mais. E eu pensava: "Nunca vou deixar de ver o sorriso com covinhas". O que de fato aconteceu. A frequência não é mesma de alguns anos atrás, a afinidade pode ter mudado um pouco, e nós mudamos também. O sorriso? Esse continua o mesmo, e quando o vejo, percebo que nada mudou.

sábado, 23 de julho de 2011

Aos meus amigos

Sei que estou um pouco atrasada, mas essa é uma homenagem aos meus queridos e verdadeiros amigos. Embora as palavras de Saint-Exupéry sirvam muito bem para falar dessa relação tão incrível que é a amizade, o texto abaixo foi extraído da minha atual leitura, Minha fama de mau, do Erasmo Carlos. Logo que li, pensei em vocês, amigos.

""És responsável pelo que cativas", aprendi lendo  Saint-Exupéry. [...] somos responsáveis pela nossa amizade, que não tem nada de fingimento ou marketing. Existe realmente, forte como uma rocha. Para alguns, pode parecer que é feita de isopor, como aquelas grandes pedras que nos filmes caem sobre as pessoas sem machucá-las, mas na verdade se fundamenta em sentimentos sinceros e na predisposição de nos aceitarmos como somos, jamais tentando mudar o outro. Absorvemos as transformações de cada um, sem a obrigação castrante de adotá-las. Para quem o bem de nossas personalidades, que embora parecidas, são completamente diferentes [...]. Não nos cobramos nada porque temos certeza de que nos damos tudo. [...]Brigas nem pensar, apesar de sempre estarem inventando algumas." (CARLOS, Erasmo. 2009.)

sábado, 9 de julho de 2011

#Valentin3

O meu futuro cientista perguntou se um dias as pessoas iriam flutuar. Brinquei, disse que flutuar era impossível, mas que em vez de usarmos carros, como hoje, usaríamos aviões. Ele sabia que era ironia minha. Mas, para minha surpresa (nem sei porque eu ainda me surpreendo), ele disse que quando ele for cientista, ele vai inventar "uma navezinha" que fará as pessoas flutuarem. Essa 'nave', segundo ele, terá um imã na parte inferior e outro na superior. A pessoa que for usá-la usará uma roupa de metal, para assim, atrair a nave, que irá levar a pessoa para onde ela quiser.