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sexta-feira, 3 de junho de 2011

Doce Companhia

Não, esse post não é sobre o livro da Laura Restrepo. Mas sim sobre a parte mais importante, e marcante, da viagem à Londrina, no Paraná, há uma semana.
Sabe quando tudo parece dar errado? Problemas com as passagens, a falta de roupas adequadas para o clima da cidade, a longa distância de um lugar a outro, a falta de calçadas, a localização do hotel, a terra, as buzinas, os horários, a falta de organização do evento, a oficina que não era uma oficina, a falta de conhecimento geográfico sobre o lugar, a falta de... tudo! E agora, quando paro para pensar, a viagem foi ótima, mas foi ótima, porque eu tinha duas amigas incríveis comigo, que fizeram com que tudo fosse muito divertido, e também pelas outras companhias de congresso e viagem, que tiveram presença igualmente fundamental. Além disso, um desejado reencontro.
Não tem como esquecer as tentativas frustradas de pegar um ônibus até o centro, no primeiro dia. Ou o calor que passamos; a espera no calçadão; o reencontro com a Natália; as apresentações dos trabalhos da Unisc, que deixaram a banca sem palavras; o passeio no shopping com o profê; o aniversário da Daia, e todas as suas pérolas; a surpresa com a premiação, o relógio despertando às 3:00 AM para voltarmos para casa; e o nascer de sol mais lindo que já vimos; e todo o resto que está nas entrelinhas. HAHA
Com certeza, uma viagem inesquecível, com as melhores companhias.


Destino

Tínhamos certeza de que aquele dia 19 de novembro de 2008 seria o último, embora o desejo do reencontro fosse imenso. Mas o tempo passou, alguns contatos se perderam, outros ficaram escassos, porém, felizmente, alguns ganharam dimensões inimagináveis. Eis que o destino, ano passado, "coloca" uma oportunidade de viagem, oferecida pela faculdade, e o destino não poderia ser outro. Primeiro reencontro.
e quando tudo parecia mais uma vez difícil, uma amiga vai estudar e morar em outra cidade. Fui visitá-la, passar um final de semana e, voalá, segundo reencontro.
A esperança aumenta, claro. E com ela planos de rever mais pessoas. Alguns roteiros imaginados, sem previsão de execução.
E o 1º semestre de 2011 começa, e com ele a vontade de participar do Intercom Sul, em Londrina, Paraná. Um estado que não estava no roteiro. Mas pera aí, é lá que mora aquela suposta irmã perdida, que dividiu o quarto comigo, que passava horas cantando, e que era a pessoa que eu tinha mais vontade de rever quando voltamos de SP. É, a menina do céu. Procurei o número de celular dela, perdido em algum lugar, pra ver se ela ainda morava em Londrina.
Contato feito. Surpresa com a empolgação da resposta. Tudo certo. E assim, como em 2010, em 2011, maio trouxe uma ótima surpresa. Terceiro reencontro.
                         

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Uma fábrica de sonhos

A viagem ao Rio tinha como objetivo principal a visita ao Projac, a Central Globo de Produções. Não pensem que é fácil, há muito tempo  coordenação do curso de Comunicação da Unisc tentava essa visita.
Fomos no dia 28 de maio, por volta das dez da manhã. Conhecemos a fábrica de cenários, a produção de figurino, o acervo de figurino, o estúdio da novela Escrito nas Estrelas, a cidade cenográfica da novela Passione, o Rocket da Malhação e também o Primeira Opção. Além disso tivemos a oportunidade de conversar com o diretor da Malhação, Mário Bandarra.
Conhecemos os bastidores dessa grande emissora que é a Rede Globo. Por vezes me senti meio burra. "Como eu nunca pensei que era assim?". Agora eu assisto novela e digo"eu fui lá", "aquilo não é pedra, é madeira", "aff, tudo isopor", "se vocês repararem, todos os casamentos são nesa igreja", e assim vai.
Foi uma visita muito gratificante e de grande aprendizado. Vimos a Globo além de uma emissora onde trabalham famosos. Conhecemos uma empresa organizada. Era a rotina de seis mil pessoas, que ralam todo dia para que possamos sentar no sofá e curtir aquela novelinha, ou qualquer outro programa.

O Rio de Janeiro continua lindo

Confesso que eu sempre dizia que o Rio era uma das últimas cidades que eu queria conhecer. Hoje eu vejo como era tolinha (hehehe). Quando li no blog do curso que a viagem deste ano seria para o Projac e que as vagas eram limitada, dei um jeito de garantir logo o meu lugar. Tudo confrmado, data marcada. Sairíamos dia 27 de maio e voltaríamos dia 29. Eram só três dias.
Antes da "partida" a ansiedade era grande. Um lugar novo com pouco tempo para ser explorado. Uma cidade com fama de maravilhosa e de violenta, sem seguraça. Além disso eu ia dividir o quarto com duas gurias que eu nem sabia direito quem era. Mas tudo bem, ia valer a pena, e valeu.
Além da programação do grupo que incluia Projac, Cristo e Pão de Açúcar, a minha tinha algo especial: rever um amigo depois de quase dois anos. Combinei com o Elson, antigo colega de Olimpíada, hoje grande amigo, de nos encontrarmos. Almoçamos juntos na casa dele em Niterói, e passamos a tarde juntos.
Agora eu entendo porque o Rio de Janeiro é a cidade maravilhosa. O lugar é incrível, liiindo. Não tivemos problema nenhum com segurança, foi muito tranquilo. E as companhias foram as melhores possíveis.
Voltei dizendo que viagens curtas me perseguem. Mas agora encaro elas como positivas, são curtas e intensas. O tempo foi bem aproveitado no Rio, não ficamos parados. Estreitei amizades e fiz tantas outras. Enfim, foi tudo perfeito Ou quase tudo. Ficamos só três dias, choveu, o cristo tava em reforma...